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Rueda

imagem galeria Desde o século XI, essa região disputava, com Jerez , a primazia da produção de vinhos brancos na Espanha. Tais vi nhos eram produzidos pelo sistema andaluz de solera, que os torna fortemente oxidados, característica essa muito apreciada na época. A variedade Verdejo, típica da região, oxida-se facilmente, o que facilitava o processo. A partir do século XIX, com a chegada da Phyloxera, Rueda caiu no esquecimento. No começo da década de 1970, seguindo a percepção de que o mercado mundial requeria vinhos brancos frescos, acídulos e frutados, sem oxidação, a casa riojana Marqués de Riscal assessorada pelo famoso enólogo bordalês Émile Peynaud conduziu experimentos em várias regiões da Espanha como o Penedés, a Galicia e Rueda. Concluiu-se que a variedade Verdejo vindimada e vinificada com moderna tecnologia incluindo tanques de aço inoxidável, fermentação a frio e cobertura das uvas, mosto e vinho em processo de fermentação com uma camada de gás inerte, poderia dar origem a um vinho com as características desejadas. Em 1972, a casa Marqués de Riscal inaugura uma nova bodega na região.

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